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31 março 2009 

O que nasce torto (Análise da edição número zero da Playboy portuguesa)

Depois de folheado o número 0 da Playboy portuguesa, e antes ainda de um olhar mais pormenorizado à publicação, podemos desde logo apontar algumas virtudes (lá estão algumas moças mais ou menos despidas, lá estão alguns escritos mais ou menos actuais, mais ou menos divertidos, mais ou menos interessantes, lá estão, enfim, as rubricas mais ou menos costumeiras no mercado das revistas mais ou menos masculinas) e também alguns defeitos (um director que não assina, uma capa que podia ser a capa da revista do 24 Horas ou da Caras que ninguém estranharia, uma entrevista dispensável, uma notória falta de algo bombástico que diga «ora finalmente cá está a Playboy portuguesa!» - fosse uma Mulher Estrondosa, uma Capa Monumental ou uma Entrevista Tonitruante). Dito isto, olhemos então mais detalhadamente para o interior do nº 0 da Playboy portuguesa... perdão?! Ai aquilo é o nº 1? Ai foi o que se pôde arranjar? Ora bolas... Bom, passemos então à análise profunda das próximas 12 edições.

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